Cálida mão em regaço ardente
de sonhos perdidos no revés do poente
de palavras perdidas
de promessas esquecidas
nos vítreos olhos indecentes.
E aquando o ocaso
reluz na infinita desventura
o peito agora desnudo...
arranha, crava, mata...
Por fim a vileza nacarada
da busca de tudo em troca de nada